quinta-feira, 24 de novembro de 2016

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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

domingo, 9 de outubro de 2016

RESTAURADO



Rompe-se a paz do lar: o homem sem roupas no Éden
Sente a rispidez do ar, que lhe raspa as entranhas.
Rapidamente, os dois olhos de Eva lhe pedem
Para repor a paz nestas horas estranhas.

Tudo quanto se fora, ao fim nos será dado
– O Éden há de voltar! Gramas grassando agora
Mais verde vão por todo o jardim restaurado,
Onde a beleza cobre cada grão que aflora.

Perante o esplendor vivo em cada planta e ser,
Há outra luz que flui do trono altaneiro:
Ali, mesmo anjos, com estatura e poder,
Dão glória, glória, glória ao Senhor e ao Cordeiro.

E a glória de Deus é doar-Se à criatura,
Com materno olhar, um olhar que, ao amar, reluz;
Para espanto do cosmo, o amor em forma pura
Demonstrou seu extremo ao assumir a cruz.

Por isso, os vinte e quatro anciãos dão louvor:
Tudo novo se fez! Adeus à nódoa rubra.
Em estatura e graça, homens crescem no amor
E veem no mundo mais para que se descubra.

Enfim, a paz! Enfim, a perene certeza
Da harmonia entre Deus e o homem. Enfim, a vida
Como se planejou em seu princípio. À mesa,
Deus Se assenta ao redor da família reunida.


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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

DO EXISTENCIALISMO PRIMITIVO AO PRINCÍPIO POPEYANO


Do existencialismo primitivo ao princípio popeyano: considerações pseudo-acadêmicas




A genética do existencialismo parece não constar nas discussões filosóficas hodiernas, razão pela qual retomo aqui alguns conceitos que me parecem fundamentais para uma compreensão mais bem acurada da fundação do pensamento contemporâneo. Em um famoso discurso de matizes existencialistas, proferido em Bredock, ainda em 1960, destaco a frase-conceito “yabba dabba doo” (Flintstone, 1960). De etimologia incerta, o termo deveria ser submetido não à arqueologia do saber, mas ao método arqueológico que admite “Algumas vezes, buscar por tesouros perdidos não é arqueologia. É corrida contra o mal.” (JONES, 1986).
Não é de todo inverossímil pensar nas elucubrações a respeito do “yabba dabba doo”, grito de alforria contra uma sociedade conservadora. Aliás, aliada a essa expressão, nos deparamos com outra de teor igualmente libertário, que remonta a um período posterior: “Capitão Caveeerna” (CAVERNA, 1977). Em ambas se depreende uma ontologia da rusticidade, e é forçoso evocar a noção do ser em estado bruto, ou cheio de astúcia, para empregar um termo caro a Chapolin (1970).
Todavia, o “elo”, no dizer de Cebolinha, seria confinar tais libelos à sua própria época, esquecendo-se de que “yabba dabba doo” carrega uma compreensão hermenêutica poderosa – e “com grandes poderes, vem grande responsabilidade” (PARKER, 1962). Aqui me refiro à vitalidade do ethos primitivo como incentivo libertário, fator primordial para se reaver a vitalidade em tempos nos quais sói constatar, no dizer de Hard, “oh vida, oh azar” (1962). É preciso também constatar, parafraseando o último Yoda, que de mais ânimo precisamos nós para uma consciência nova ter. Talvez seja uma outra maneira para a experiência de ativar o sétimo sentido (SEYA, 1986).
Somente a legitimação da consciência histórica evitará auto repressões frequentes (MENUDO, 1984). Não posso olvidar nesse ponto o tema do ciúme como forma repressiva (ULTRAJE A RIGOR, 1985). Mensurar o preço da repressão é medida sinus qua non para um apelo à experiência yabbadabbaduística. Aliás, outro cuidado que é mister é mensurar a síndrome do “trauma de Marta” (BATMAN, 2016).

Resta um alento para a condição de insuficiência instigada pelas demandas dessa selva de Pedras (TITÃS, 1989): a busca por um elixir potencializador. Isso já é adotado por algumas culturas, como o exemplo de comidas exóticas (NATIONAL KID, 1960). E não se pode escapar do exemplo clássico legado pela ideologia popeyana – o famigerado espinafre (POPEYE, 1929). Creio que esses artifícios darão suporte a uma existência municiada de “ousadia e alegria” (NEYMAR, 2010). Enquanto isso, o ser-aí fica por aí mesmo…

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

terça-feira, 24 de maio de 2016

segunda-feira, 23 de maio de 2016

ENTREVISTA AO IDENTIDADE GERAL


Agradeço ao programa Identidade Geral, na pessoa do produtor Cauê Martinelli, pelo convite feito. Foi ótima a conversa com o Wagner Cantori, ainda mais quando o assunto é tão fascinante como a vida de João Batista.
Em tempo: o primeiro livro que ele menciona, o Explosão Y, está em promoção e você pode adquiri-lo aqui.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

quinta-feira, 21 de abril de 2016

domingo, 27 de março de 2016

INTERNET E O CONFLITO CÓSMICO


Com entusiasmo, a Microsoft anunciou seu último experimento em inteligência artificial: Tay. Programada para interagir com adolescentes nas redes sociais, Tay evoluiria conforme mantivesse contato com os usuários. O experimento social promissor durou pouco: em menos de 24 horas, a Microsoft retirou Tay do ar. O motivo? Usando linguagem racista –  Tay chegou a chamar Barack Obama de macaco –, além de manifestar ódio contra feministas e aprovar o holocausto, Tay logo trouxe constrangimento para a corporação. Isso porque simplesmente aprendeu a usar linguagem chula e preconceituosa com os internautas, exatamente como foi programada a fazer!
A internet, um verdadeiro campo de possibilidades para estudo, interação e entretenimento, também comporta os milionários portais de conteúdo pornográfico em full hd e abriga sites de tráfico de armas, drogas e fóruns para todo tipo de sociopata (nos bytes obscuros da deep web). A rede mundial de computadores possui seus caracteres de maldade porque nós somos maus. Afinal, um vírus afetou irreversivelmente o sistema operacional de cada habitante do planeta (Jr 17:9; Rm 3:23).
O conflito cósmico entre as hostes do bem e a infantaria das trevas (Is 14:12-14; Ez 28:14-19; Ap 12:7-12) se manifesta na internet. Se o conteúdo on-line é resultado da interação não presencial dos seres humanos (tele-presença), não necessariamente obedecendo o ritmo sucessivo de um diálogo em tempo real  (assincronismo), fica evidente que a internet, como outras mídias, apenas exteriorizam aquilo que o homem é no íntimo de suas intenções. Como o estar em um conflito cósmico reflete a condição humana, a internet, enquanto construção humana, apenas reproduz fidedignamente esse conflito.
Assim como o conflito exige um posicionamento de cada um em termos de nos comprometermos com o bem ou com o mal (lembrando que descaso implica em compromisso com o mal), o mesmo tipo de compromisso precisa ser visto on-line. Geralmente simplificamos a questão, condenando sites imorais ou o tempo excessivo de conexão. Porém, a complexidade do plano virtual obriga o cristão a tratar de modo escamoteado as suas sutilezas, sempre com boa dose de reflexão. Há dilemas éticos como uso e compartilhamento  de materiais com direitos autorais, as delimitações para uso de redes sociais no sábado e os modos apropriados para testemunhar em uma nova realidade em rede.
Acima de tudo, conectados ou não à rede, todos necessitamos de conexão com o Provedor, por meio de Sua Palavra, cujo poder transforma nossas perspectivas e nos permite interagir no conflito cósmico como agentes do bem, compartilhando vidas realmente transformadas. Se levarmos em conta que, em filososia, virtual não é antonônimo de real, mas, sim, de atual, poderíamos dizer que as promessas de Deus são virtuais, no sentido de ser uma potencialidade; apenas pela fé, o que é potencial se concretiza em nossa vida. E acrescentaríamos: o poder da Palavra é quem concede acesso ao poder virtual, prometido pelo nosso Intercessor a quem invocar Seu nome no conflito cósmico. Somente assim seremos atualmente vencedores.

domingo, 6 de março de 2016

SUPER-PROMOÇÃO!!


Por: R$ 16,35 (mais frete)

sábado, 20 de fevereiro de 2016

O CAPÍTULO PROIBIDO DA BÍBLIA



É quase impossível assistir o vídeo e não se emocionar, lembrando nas palavras do próprio Messias por ocasião de Sua última ida à Jerusalém: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram.” (Mt 23:37) O convite de um Deus amoroso ainda se estende aqueles que um dia foram Seu povo e que podem, como indivíduos, voltar a integrar o povo escolhido – basta que aceitem o Homem do capítulo proibido! 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

O PORÃO DOS MANEQUINS


As experiências da vida trazem contrariedades e contentamento, sublimidade e deslocamento, alívio e angústia, distúrbios e sobriedade.
Essa coletânea de contos explora a hipocrisia, o preconceito, o medo de ser feliz e o sentido da vida. Histórias ora breves, ora mais amplas desvelam um pouco da espiritualidade no conturbado espaço contemporâneo.

Os contos estão/ estarão disponíveis online, como um work in progress. A coletânea se acha disponível em: https://www.widbook.com/ebook/o-porao-dos-manequins