sábado, 21 de julho de 2007

SHOWS CRISTÃOS: CULTO, ENTRETENIMENTO OU MUNDANISMO?



No ano passado, grandes cidades brasileiras receberam a presença do cantor gospel David Phelps, em uma turnê pelo nosso país, patrocinada por uma empresa que promove eventos, administrada por um adventista do sétimo dia. Além disso, a própria ADRA (Agência Adventista de Desenvolvimento de Recursos Assistenciais) recebeu alimentos doados à entrada de cada apresentação, e um pastor adventista participou do evento através de mensagens faladas.
Antes de Phelps tivemos a presença de outros nomes fortes da música evangélica cristã no Brasil: em 2005, Take Six e Michael Smith fizeram shows em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, entre outras cidades. Isso sem contar a presença dos tenores Steve Green e Larnelle Harris, convidados de honra de dois aniversários do UNASP campus II (respectivamente, 10 e 15 anos). Isso nos leva a ter a certeza de que outros shows virão.
Todavia, seria adequado para o cristão envolver-se com esse tipo de evento? Quão válidos são os shows de artistas cristãos do ponto de vista espiritual? Ou seriam mero entretenimento, sem qualquer tipo de implicação negativa para a vida cristã? Este artigo tece algumas observações sobre os aspectos dos shows cristãos de uma forma geral, sem se ater à análise de um cantor ou grupo em especial. Alguns exemplos são citados como forma de elucidar cada ponto da argumentação. O objetivo principal é abrir a discussão sobre um fenômeno que recentemente tem se tornado parte da vida social dos adventistas do sétimo dia; contudo, apesar do foco denominacional, acreditamos que a abordagem favoreça o debate no contexto de outros grupos cristãos evangélicos.

CONSIDERAÇÕES CULTURAIS

É bom definirmos que, por show, nos referimos a uma apresentação artística. Assim entendemos significar a palavra para a maioria dos brasileiros. Sabemos que, em Inglês, show é um termo mais geral, que significa apresentação, não especificamente artística.
Cabe outra pergunta: em que os shows de cantores cristãos diferem do de intérpretes seculares, em questão de estilo musical, produção, figurino e ambiente? São vistas mais semelhanças ou contrastes no comparativo?
É notável que diversos cantores cristãos contemporâneos se vestem e se apresentam de forma próxima aos padrões dos demais cantores pop. O próprio David Phelps frequentemente é visto usando joias extravagantes. Como adventistas, acreditamos na orientação apostólica para não usarmos vestuário dispendioso e ornamento chamativo (I Pe 3:3). Como querer manter o princípio bíblico e passá-los aos jovens e adolescentes se os cantores cristãos que eles acompanham não seguem esses mesmos valores?
Também notamos que coreografias e danças fazem parte dos shows cristãos. Alguns cantores são acompanhados por bailarinos em suas apresentações. A maioria das igrejas protestantes tradicionais não compartilha da admissão desse elemento em seus cultos. Porém, alguns poderiam objetar, alegando que a Bíblia menciona a dança de Davi perante a arca do Senhor; isso proviria um precedente para validar a dança como adoração. Notemos o que a escritora Ellen White afirma sobre o assunto:

A dança de Davi em júbilo reverente, perante Deus, tem sido citada pelos amantes dos prazeres para justificarem as danças modernas da moda; mas não há base para tal argumento. Em nosso tempo a dança está associada com a extravagância e as orgias noturnas. A saúde e a moral são sacrificadas ao prazer. Para os que frequentam os bailes, Deus não é objeto de meditação e reverência; sentir-se-ia estarem a oração e o cântico de louvor deslocados, na assembleia deles.
Esta prova deve ser decisiva. Diversões que tendem a enfraquecer o amor pelas coisas sagradas e diminuir nossa alegria no serviço de Deus, não devem ser procuradas por cristãos. A música e dança, em jubiloso louvor a Deus, por ocasião da mudança da arca, não tinham a mais pálida semelhança com a dissipação da dança moderna. A primeira tendia à lembrança de Deus, e exaltava Seu santo nome. A última é um ardil de Satanás para fazer os homens se esquecerem de Deus e O desonrarem. (Patriarcas e Profetas, 313-314.)

Dada a diferença significativa entre a espontânea e inocente coreografia do rei-salmista e a prática sensual em que se tornou a dança, não podemos fazer do exemplo de Davi um modelo para a tornar prática da dança livremente aceitável.
Para mim, o mais curioso é que as músicas de maioria de artistas cristãos poderia ser incluída dentro do gênero pop, ou seja, música altamente comercial, do mesmo tipo que se ouve nas FMs seculares.
O próprio Bill Gaither, no último DVD lançado pelo seu badalado quarteto The Gaither Vocal Band fez uma confissão curiosa: o compositor Kim Willians, que havia feito trabalhos com cantores do country music americana (como Reba Mcentire, George Jones e Garth Brooks, entre outros), compôs uma das faixas gravadas no DVD em questão, em parceria com Benjamim Gaither, filho de Bill. A música The Love can turning the World, traduz a mensagem cristã de modo soft, falando de generalidades, como amor, aceitação, e mencionando muito pouco Jesus. Não se poderia esperar uma joia espiritual proveniente de um compositor secular!
Não apenas o estilo é secular, mas, em muitos casos, parte do repertório também! Em um mega-show patrocinado pela Sociedade Bíblica Americana, o extinto quarteto 4 Him, em determinado momento, cantou um dos sucessos do grupo Bee Gees. Cantores como Phelps também já entoaram música secular e isso tem se tornado lugar comum entre músicos evangélicos.
Aqui no Brasil temos muitos exemplos e extraídos de adventistas do sétimo dia! A cantora Tatiana Costa lançou seu CD/DVD intitulado Faça a Diferença. Num dueto com o cantor Leonardo Gonçalves, eles regravam um dos sucessos da canadense Celine Dion. Até no clip da música em questão, Sou seu anjo, Tatiana se veste de branco, como a própria Celine no vídeo original. Fica difícil fazer a diferença quando se tenta ser igual...
Outra cantora adventista, a conhecida Alessandra Samadello, foi pivô de uma polêmica quando compareceu no programa da apresentadora Hebe Camargo e, sem qualquer menção ao fato de ser cristã, começou a cantar música popular brasileira, na tentativa de promover um show que faria em São Paulo.
Além dos aspectos mencionados anteriormente, o maior perigo, no entanto, é que o show se centralize na pessoa do artista, ou em algum traço de sua pessoa, como carisma, técnica vocal, etc. Isto significa que o louvor está sendo dado a homens e Deus vem a ser roubado de Sua glória. O Senhor não divide o palco com ninguém – ou Lhe damos todo o louvor ou Ele fica sem louvor nenhum!
Pelos aspectos que acabamos de ver, fica claro que o atual padrão de shows cristãos, do ponto de vista cultural, não diferem de forma significativa de shows seculares e muito menos se pautam pelos padrões bíblicos de conduta ou adoração. Ainda assim, queremos analisar o assunto da adoração de forma separada.

LENÇO NA MÃO E PRÓXIMO DE DEUS

Uma amiga minha compareceu ao show de Michael Smith e disse que a apresentação a elevou espiritualmente. Desde que se voltou para o gênero de Worships (hinos curtos, de estrutura musical pobre e bem emocionais), Michael se tornou uma referência internacional. Ele e cantores de worship influenciam do Ministério Diante do Trono ao Ministério de Louvor do Pr. Fernando Iglesias.
Minha esposa me relatou recentemente que, ao ouvir as músicas do DVD comemorativo de 20 anos de louvor de Luís Cláudio reconheceu não apenas as mesmas músicas de Michel Smith, mas o mesmo clima emocional, com direito a aleluias e palmas.
Sem percebermos, os shows de artistas evangélicos influenciam os nossos e, por tabela, a forma de nossos cantores se apresentarem dentro de nossas igrejas. Porém, temos nos esquecido de que a forma de adorar a Deus se relaciona com o entendimento que temos de Sua pessoa. Uma adoração emocional não reflete a santidade do Deus da Bíblia. Não quero dizer que a adoração tenha que ser "fria", emocionalmente distante, apenas racional; mas necessita se pautar pelo respeito à Pessoa Divina, nos termos que a Bíblia estabelece. Sairmos emocionados de um show não implica em um encontro real com Deus. Nossas emoções nunca foram base segura para medir nossa comunhão com Deus (Jeremias 17:3, I João 3:20).
Ainda assim, alguns pensam que essa forma de programa possa servir para atrair não-cristãos para Deus. Será?

A ISCA CERTA

Se uma pessoa tem predileção por gêneros musicais tais como rock, axé, samba, tecno, pop, hip-hop, não seria mais lógico atraí-la para Cristo colocando uma letra cristã no gênero musical de sua preferência?
Por mais razoável que isso soe, trata-se, em verdade, de uma inversão de valores. Primeiro porque a música no culto tem a função principal de expressar nossa adoração a Deus, tendo, portanto, de estar fundamentada naquilo que agrada ao Senhor (expressando sentimentos como reverência, entrega, submissão, paz, etc). Qualquer influência de ritmos seculares compromete a adoração e não pode servir para uma atuação ideal do Espírito (uso o adjetivo "ideal" porque muitas vezes o Espírito até pode usar algo que fuja do ideal para a Sua glória, sem que essa ressalva anule o princípio).
Note, porém, que quando a adoração é praticada de forma ideal os descrentes são, consequentemente influenciados:

Vi que todos devem cantar com o espírito e com o entendimento também. Deus não Se agrada de algaravia e dissonância. O correto é sempre mais agradável a Ele que o errado. E quanto mais perto o povo de Deus se puder aproximar do canto correto, harmonioso, tanto mais é Ele glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos favoravelmente impressionados."(Evangelismo, 508, grifos meus).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Em nenhum lugar da Bíblia ou do Espírito de Profecia os cristãos são proibidos de realizarem programas musicais fora do contexto de uma igreja local, como num anfiteatro ou ginásio, por exemplo; agora, tendo visto o que apresentamos acima, devem ser feitas as devidas considerações sobre o caráter do evento para que o nome de nosso Salvador não seja desonrado. Devemos igualmente julgar o ambiente, caráter e produção das apresentações ditas "gospel" antes de, inadvertidamente, comprarmos o ingresso. Temos de ter sabedoria, porque, a medida em que o tempo avança, mais Satanás trabalha para misturar sentimentos mundanas com as práticas do verdadeiro cristianismo.


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14 comentários:

Simon disse...

Com o devido respeito, se todos pensassem igual a você, estaríamos hoje discutindo da conveniência de se utilizar piano nas igrejas, pois o "verdadeiro som celestial" somente vem de músicas de quartetos sem acompanhamento instrumental. Até para o Ministério de Louvor Está Escrito sobrou crítica. Se todos pensassem assim, poderíamos fechar nossas igrejas de vez por falta de fiéis, de tão monótono que iria se tornar. Qual seria então na sua opinião um modelo a ser seguido na música da Igreja (algo concreto, se nem o Está Escrito serve de exemplo)? Ou será que TODA a música da igreja hoje está errada?

douglas reis disse...

Perdão, mas há 15 anos as pessoas discutiam se era ou não permitido o uso de bateria na música sacra. Nosso escopo é outro. Discutimos cosmo-visão por detrás da música gospel.

Se adimitirmos que Ellen White era uma profetisa verdadeira, teremos que aceitar que nos últimos tempos a música seria problemática, embora as coisas mais absurdas fossem consideradas "Atuação do Espírito Santo" (Leia II Mensagem escolhidas, p. 35 em diante).

Sobre o que é correto em música, leia http://questaodeconfianca.blogspot.com/2007/07/msica-aceitvel.html

Raphael Oliveira disse...

gosto de seus comentários referentes a música concordo sempre com praticamente tudo e sei que nossas igrejas necessitam de mudanças por isso que acho que muitas vezes se faz necessário haver algo mais severo e rígido para que seja feito o correto do que deixar como está...

mas realmente acho que chegamos ao um ponto onde as coisas estão misturadas demais e deveriam apenas serem contidas pois creio que um retrocesso para como deveria ser pode tirar muitas pessoas que só precisariam de uma compreensão um pouco melhor dos fatos a cerca do que é certo!


um abraço!

Teka disse...

Um dia, fui pregar em uma de nossas igrejas, e encontrei no mural de anúncios um cartaz que dizia: "Escute o hino que te agrada e respeite o gosto do seu irmão."

Esse cartaz revela que precisamos rever alguns conceitos.

A liturgia bíblica é teocêntrica. É dirigida a Deus. (Mat. 4:10:"...Pois está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só à Ele servirás"). (Apoc. 14:6 e 7). "Temei a Deus, e dai-lhe glória, porque é chagada a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, a terra, o mar e a fonte das águas." Aqui, o mundo inteiro é convidado a prestar um culto distinto, à Deus, o Criador.

No culto bíblico Deus é audiência primária, objeto exclusivo de adoração. Portanto, o culto deve ser destinado mais ao agrado de Deus do que do homem.

Em todas as suas atitudes, Jesus se apoiava nos princípios encontrados na Palavra de Deus. O inimigo lançava uma tentação, e Jesus dizia: "Está escrito na Bíblia..." Para fazermos o mesmo, precisamos nos familiarizar com a Verdade, com a Palavra de Deus.
E, para aqueles de dizem que "o que vale é a intenção", e "o importante é ser sincero", saiba que "boas intenções não tornam apropriado o que é errado". Não podemos mudar princípios como extratégia de evangelismo. Deus não precisa disso em sua obra.


Em Dan. 3:5, o sinal indicativo do instante da prestação do falso culto era toda a sorte de música. É verdade: A música voltou ao palco, como recurso de um culto e adoração falsa. Seus fascinantes feitos estão levando muitos a se curvarem perante um deus falso, que jamais seria adorado em perfeito juízo.

Estamos justamente num momento em que podemos estar perdendo nossa identidade musical, e nossos princípios litúrgicos parecem diluídos.

Em 1972, a Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo dia votou e aprovou a "Filosofia Adventista de Música". Em 2005, foi lançado um novo documento, que não invalida o anterior, mas vem dar novo enfoque às questões apresentadas pelo primeiro documento e acrescentar-lhe outras informações relevantes. Vale a pena consultar, principalmente quem atua no ministério da música. Em agosto de 2005 foi publicado na Revista Adventista.

Um culto alegre, espiritual, racional, regido pela verdade da Palavra e que tem a Deus como centro, nunca deixará o adorador como está. Ele transforma a pessoa, exercendo um poder regenerador e renovador. Se temos preferências distorcidas para o que é mal, Deus refina nosso gosto.

Devemos reforçar o convite feito na Bíblia para adorarmos somente à Deus, o Criador. Nossos cultos estão se tornando antropocênticos.

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o seu comentario,nossa música deve ser unica e exclusivamente para louvor a Deus,mas assistimos a uma perniciosa tendencia para copiar e imitar aquilo que os do mundo fazem,pareçe que estamos como o Israel antigo não satisfeito com as normas de Deus. Copiou e imitou as praticas dos povos inimigos de Deus.
Aqui por Portugal tem aparecido alguns Cds e eu me pergunto onde está (nossa) mensagem repassada em nossas letras e em nossa música?Deus nos enviou um enorme clarão de luz através do ministerio da S.ra Eleen White, quanto às questões da musica, do vestúario, do uso de joias, e da dança, como muitos não aceitam suas mensagens como inspiradas como vindas de Deus, não admira que sua musica, seu vestúario,e o uso de joias, e a dança, começem a apareçer em seus espetáculos. Saibamos ter a humildade nessesaria para buscar sabedoria do alto, para nos conduzir e conduzir outros a amarem os principios que Deus deu para nossa vivencia aqui, tendo em vista nossa salvação, e trabalhar pela salvação daqueles que nos rodeiam. joluca_67cab@sapo.pt

Anônimo disse...

Bem eu acho o comentario completamente arbitrarioe retrogrado. Não vivemos mais no tempo biblico o tempo é outro ou então mande que vossas esposas usem veus evoces andem a cavalo.
sou nascida em lar cristão fui de uma igreja super tradicional onde todos os amigos da minha época se encontram hoje desviados, hoje sou de uma igreja renovada e me sinto lisonjeada ao diser que o \Senhor me lavantou para servir ele com danças. Nos temos de falar de Jesus e ganhar o maior quantidade de almas possiveis, independente de como, o importante é darmos testemunho e naum nos manter alienados pois nos que temos Jesus temos de dar exemplos, na faculdade tenho varias amigas que eram contra dança e louvor mais heavy nas igrejas mas notaram que eu dou um bom testemunho vivo pra Jesus amo ele e que ele mudo meu pensar se eu estiver errada, afinal todas elas dão muito mau testemunho naum vem na facu de sexta por exemplo mas vão ao motel com seus namorados e muitas delas ficaram gravidas ja conhecendo Jesus. Temos de ser referencial e não um bando de crentinhos chatos eu quero que todos saibam que amo Jesus e faço meu melhor para ele, tudo que aprendi no balé desde criança agora entrego a ele tudo que sou e tenho. Deus te abençoe irmão.te amo em crito Jesus.

jota luis disse...

Infelizmente, estamos abrindo as portas para a falsa adoração. Mas, fico com as orientações da Ellen G. White. Somos especiais, somos a igreja de Deus e fomos levantados para dar a mensagem do terceiro anjo, muitos adventistas ainda não entendem. O mundanismo entrou na igreja de Deus, como no passado, mas ela vai ser restaurada e os remanescentes triunfarão. Fico triste porque muitos irmãos estão indo atrás de "emoções", esquecendo assim o que é adoração.
O SENHOR DA GLÓRIA está sendo misericordioso e ainda dá tempo para esses se converterem.

leo disse...

Acho que ja chegou a hora da sacudidura, e a musica será um laço.As pessoas que concordam com esses tipos de musicas, que parecem mundanas nao vao permanescer por muito tempo na igreja adventista,isso lhes causarao embaraços. Tudo que A serva de Deus disse sobre a musica ja está se cumprindo e serao esses escritos de Elen white e alguns da propria bíblia, que falarao bem alto contra esse tipo de musica que ja está sendo executada na igreja adventista,e quando os irmaozinhos ouvirem essas mensagem se escandalizarao e nao suportarao o que esta escrito, e eles sairao da igreja e se ligarao ao mundo ou a qualquer religiao e serao os piores inimigos da igreja. Quem viver verá.

Anônimo disse...

DEUS SE REBAIXOU PRA SALVAR A HUMANIDADE, DEPOIS VOLTOU AO CÉU PARA QUE SOUBÉSSEMOS QUE DEVEMOS NOS ELEVAR... REBAIXAR A MÚSICA CRISTÃ AOS COSTUMES SECULARES, É ACEITAR QUE NÃO DEVEMOS SUBIR, SE VC SE ADEQUA AO MUNDO, NÃO PRECISA DE DEUS... O LOUVOR TEM QUE TRANSFORMAR VIDAS, E NÃO SER TRANSFORMADO PARA SE ADEQUAR AOS COSTUMES SECULARES DELAS!
Continue assim Irmão!!Não deixe que os enganos do inimigo vença a resistência da povo de Deus, que será pequeno no fim dos tempos!!!

Daniel Licá disse...

Por que ficar querendo enfiar na cabeça dos pseudo-cristãos aquilo que eles não aceitam? todos sabem da verdade, mas infelizmente nem todos a aceitam. deixem que os mundanos que querem se perder dançando rock, se percam; pois nem Jesus poderá salvá-los se assim desejarem!

Glair disse...

Querido irmão, estou 100% com seus dizeres. Infelizmente os jovens não sabem nada de profecia e nem a procuram. Mas a culpa é da liderança que quer agradar aos jovens e vão permitindo que façam as coisas da maneira que eles se sintam bem. Será que no céu Deus vai fazer isso? Temos que agradar a Deus e não a nós. Portanto essa adoração é vã!

Anônimo disse...

A pergunta deve ser? Estou adorando a Deus dessa maneira? Os anjos cantariam comigo este hino que estou entoando? A adoração é para Deus ou para mim e as pessoas?
A questão toda é a quem estou adorando com o hino que estou entoando e a maneira(vida, roupa,testemunho) como estou cantando.(Sônia(irmã do Iran)

Anônimo disse...

Muito bem colocado seus questionamentos irmão.

Wagner Clajus disse...

Se todos vão a igreja por sua agitação (oposto de monotonia) possivelmente ela fecharia as portas...mas graças a Deus muitos vão pra adorar a Deus da forma que ELE prefere...independente se a consideram acho monótona.