sexta-feira, 30 de maio de 2014

A PROMOÇÃO CONTINUA!


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quarta-feira, 28 de maio de 2014

FALTAM PREGADORES PROFUNDOS ENTRE OS ADVENTISTAS


Precisa-se de pregadores profundos. E ninguém está pensando necessariamente em eruditos, que, quando se expressam de forma acessível, são naturalmente bem vindos. Também não se busca pregadores que tratem apenas de temas incomuns, porque um tolo pode trazer a lume sua inabilidade ao apresentar um tema bíblico de forma desequilibrada; não é o tema, por mais inédito ou criativo que seja, que faz o bom pregador. Nenhum tópico dispensa uma apresentação coerente e cristocêntrica.
Precisa-se de um púlpito lúcido, vivo. Não apenas uma linguagem renovada, contudo de senso de propriedade. E, sobretudo, que fique evidente que o pregador estudou submissa e exaustivamente a Bíblia antes de se atrever a ocupar meia hora da atenção de tantas pessoas distintas.
Se o pregador for um bom contador de histórias, nos entreterá; se for eloquente, nos arrebatará; se for bem humorado, nos divertirá; se for lógico, nos convencerá; se for bíblico em sua abordagem, nos levará a uma transformação. Dá para entender por que tão poucos saem transformados após ouvirem sermões nas maiores congregações adventistas? Por não faltarem pregadores lógicos, espirituosos, eloquentes e com boas histórias!
Respeito à Bíblia vai mais além do uso de dois versos bíblicos, intercalados por uma miríade de “causos”. Espera-se que o contexto histórico e literário da passagem norteie a aplicação que se fará. Como no famoso poema de Drummond, que apresenta o poeta como aquele que luta com as palavras, o pregador deve lutar com o texto. Semelhante a Jacó, ele deve se agarrar ao texto, disposto a permanecer ali até receber sua benção.
Um sermão profundo é aquele que nos leva a pensar com clareza nas coisas reveladas que antes não entendíamos, sendo ele próprio fruto de uma reflexão espiritual significativa. Tristemente, tendemos a nivelar experiências espirituais com arroubos emocionais. Mas Deus nos fala pelas Escrituras e elas são base mais segura do que emoções voláteis.
Não consigo ver reavivamento e reforma sem que aconteça a renovação no púlpito adventista. De um modo geral, nosso estudo da Bíblia necessita de mais vigor e paixão. Aprender de Deus em Sua Palavra e aprender também com Ele, porque ao estudar a Bíblia Ele se faz presente pelo Espírito Santo.
Mais do que gente talentosa, Deus precisa de homens e mulheres espirituais, humildes e cheios de amor pela missão.
Estou cansado de ouvir artistas explicando versículos de forma pobre e levando suas audiências a uma experiência menor. As bandeiras do adventismo precisam ser erguidas com coragem e brandura, amor e precisão. Sem mensagens baseadas em sólida análise da Bíblia, fracassaremos. Ainda dá tempo de rever o quadro…


segunda-feira, 26 de maio de 2014

HÁ BÁLSAMO EM GILEAD

OS ADVENTISTAS QUE RESUMEM CRIMINOSAMENTE A GRAÇA


O mais destacado entre seus pares. Desde 2006, tive contato com a obra de um aclamado escritor evangélico. Sua tônica: falar poética e contundentemente sobre a graça divina. A decepção maior veio ao ler sobre a vida do autor em sua autobiografia: um alcoólatra, que definha por reincidência no vício, o mesmo que lhe causou o divórcio. Por mais que ele enfatize a graça em seus best sellers, sua vida pessoal é um eloquente testemunho de desgraça.
Gostaria que isso constituísse exceção entre os evangélicos pensantes, ou mesmo entre os adventistas. Não é. Definir a graça como eterno perdão leva a abonar o pecado na maioria dos casos. A graça que salva do pecado não apenas limpa o passado (justificação), como também propicia condições para uma vida vitoriosa (santificação). Sem essa segunda atuação da graça, é impossível a experiência futura da vitória definitiva (glorificação).  
A teologia evangélica, reducionista, dissocia graça de estilo de vida. Faz parecer que, não importa o que faça ou diga, a graça me salva sem implicar em uma transformação do caráter, a não ser em termos bem gerais, como honestidade, por exemplo. Assim, assuntos como vestuário, reforma de saúde, estilo de adoração, separação de práticas mundanas recebe um chute de Tostão e fica simplesmente fora do âmbito da discussão.
Estou bem consciente de que serei mal interpretado. Afinal, o analfabetismo funcional é o menor dos meus problemas, quando já há um quadro de analfabetismo bíblico muito mais agravante… Porém, em respeito aos leitores inteligentes e com a mente analítica, deixe-me tentar desenvolver o que disse.
Sempre seremos essencialmente pecadores ao viver nesse planeta. Mas podemos ser pecadores regenerados, experimentando a transformação diária, renovando a mente pela palavra de Deus. A espiritualidade adventista não compartilha da mesma base da visão evangélica. Entendemos o evangelho como uma mensagem equilibrada, centrada em Jesus, Aquele que encarnou, morreu, ressuscitou e ascendeu ao céu, de onde intercede por nós em Seu santuário. Salvação é obra que depende de um Salvador Todo Suficiente.
Se eu tivesse um saco de cimento com 50 kg para carregar e o campeão mundial de levantamento de pesos estivesse por perto, a atitude mais inteligente seria me afastar para ele fazer o que sabe. Minha melhor ajuda seria não atrapalhar! Cooperar com o plano de salvação se traduz por colocar a vontade nas mãos de Deus, não usar meu esforço pessoal para realizar sozinho o que Deus pede. A luta com a vontade pecaminosa só poderá ser vencida pela atuação de Deus em mim por meio do Espírito e mediante o poder que há nas Escrituras.
Como entender a graça no contexto da visão adventista de salvação? A graça se relaciona ao plano de Deus em reproduzir Seu caráter em nós. Não se resume ao modo como Ele lida com os pecados que cometemos, mas inclui também o modo como Deus me leva a tomar decisões práticas, a ser obediente em todas as áreas. Quem confunde obediência com legalismo deveria, no mínimo, repensar seu adventismo e se perguntar se as distorções evangélicas não têm afetado sua compreensão da própria salvação. Temo que muitos se choquem tanto ao ler sobre isso porque sempre pensaram como evangélicos, sem terem sido ensinados a pensarem como adventistas. Trágico assim.

Espero que o Espírito de Deus abra o entendimento daqueles que estudam as Escrituras para permitirem que a graça realize uma obra completa em sua vida.

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ALHEIO A OUTRO CUIDADO


Para Rubens Lessa

Alheio a outro cuidado, envolto em prova,
Contemplo o santuário que há acima;
Graça e auxílio acha ali quem se aproxima,
E o Espírito à alma sem foco renova.

Como Jesus, eu me ergo e deixo a cova:
Liberto do mal, sem mais quem me oprima,
A graça me constrói como obra-prima,
Porquanto o poder dela em mim desova.

Sendo Jesus o meu representante,
Eu tomo assento nas regiões celestes,
Além de ter mudadas minhas vestes.

Posso ser tentado e, em outro instante,
Sorrir com um punhado de luz forte,

Pois meu intercessor venceu a morte.

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quinta-feira, 22 de maio de 2014

DIA DAS MÃES É SUBSTITUÍDO PELO "DIA DE QUEM CUIDA DE MIM"


Pois é, pois é… Recebi na Jovem Pan a informação de um pai indignado, morador de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo. Na semana passada, as instituições públicas de ensino em que seus filhos estudam deixaram de comemorar o tradicional “Dia das Mães” para celebrar o inovador “Dia de quem cuida mim”.
O jovem pai, de 27 anos, tem dois filhos matriculados na rede municipal de ensino. O mais velho, de 5 anos, é aluno da EMEI Cecília Meireles, e o mais novo, de 3 anos, do CEI Monteiro Lobato, de administração indireta.
Ele afirma que conversou com a coordenadora pedagógica da EMEI e sugeriu que fossem mantidas as datas do “Dia dos Pais” e do “Dia das Mães”, além de incorporar ao calendário esse tal “Dia de quem cuida de mim”. Ele acha que essa, sim, seria uma medida inclusiva e não preconceituosa. A resposta que recebeu dessa coordenadora pedagógica foi a seguinte: “A família tradicional não existe mais”.
Isso quer dizer que, segundo a moça, família com pai, mãe e filhos acabou. É coisa do passado.
O produtor Bob Furya foi apurar. Tudo confirmado. A assistente de direção da Escola Municipal de Ensino Infantil Cecília Meireles afirmou que a iniciativa de criar “o dia de quem cuida de mim” partiu de reuniões do Conselho Escolar, do qual participam pais e professores e de reuniões pedagógicas entre os docentes.
O pai garante que não participou de consulta nenhuma. Ele assegura, ainda, ser um pai presente. E parece ser mesmo verdade. Para a escola, o fato de se criar “o dia de quem cuida de mim” permite a crianças órfãs, criadas por parentes ou por casais homossexuais que não se sintam excluídas em datas como o “Dia das Mães” ou o “Dia dos Pais”. Para esse pai, no entanto, trata-se do desrespeito à “instituição da família”.
Em nota, afirma a Secretaria de Educação: “Hoje em dia, a família é composta por diferentes núcleos de convívio e, por isso, algumas escolas da Rede Municipal de Ensino decidiram transformar o tradicional Dia dos Pais e das Mães no Dia de quem cuida de mim.”
Não dá! Você que me lê. Pegue o registro de nascimento do seu filho. Ele tem pai? Ele tem mãe? Ou ele tem, agora, cuidadores?
Qual é a função da escola? É aproximar os pais, não afastá-los. O que é? A escola pública vai agora decretar a extinção do pai? A extinção da mãe? A democracia prevê o respeito às minorias. Querem integrar os pais homossexuais? Muito bem! Os avôs? Muito bem! Extinguir, no entanto, a figura do pai e da mãe, transformando-os em cuidadores é uma ideia moralmente criminosa.
Nessas horas, sei bem o que dizem: “Ah, lá estão os conservadores…”. Não se trata de conservadorismo ou de progressismo. Todo mundo sabe que boa parte das tragédias sociais e individuais tem origem em famílias desestruturadas.
Uma pergunta: declarar o fim da família tradicional é o novo objetivo da gestão de Fernando Haddad?

fonte: Reinaldo Azevedo



terça-feira, 20 de maio de 2014

segunda-feira, 19 de maio de 2014

JESUS, O SERVO SALVADOR


Se alguém predissesse, por ocasião do descobrimento do Brasil, que a primeira presidente tomaria posse apenas quinhentos anos depois, isso seria fantástico! Alguns mal conseguem pensar na possibilidade, por sua inverossimilhança.
Entretanto, os profetas da Bíblia foram capazes, pelo Espírito Santo, de prenunciar eventos nacionais ou de escopo universal com séculos de antecedência. Isaías foi um desses profetas. Não à toa, é conhecido como “profeta messiânico”, pois determinadas profecias que escreveu anunciam o que Jesus faria com cerca de setecentos anos de antecedência!
A primeira seção do capítulo 49 de Isaías faz parte da coleção de poemas proféticos sobre Jesus. Neste segundo poema[1], o Servo de Deus é visto como Salvador. Olharemos mais de perto o que nos ensina o profeta em seu texto.

I.     Jesus, o modelo de Servo (v. 1-3): Isaías apresenta um retrato majestoso de Jesus. Aqui vemos nosso Salvador assumir a condição de modelo da humanidade. Muito embora não possamos, pelas próprias forças, reproduzir o caráter imaculado do Filho do Homem, pela fé temos de nos dispor a permitir que o Espírito nos leve à semelhança com Ele.
Se a vida cristã se resume a servir a Deus, a motivação para fazê-lo certamente deve ser considerada. Afinal, Deus não pode aceitar um serviço que não encontre no amor Sua propulsão mais genuína. Ao mesmo tempo, em Sua atenção para com as necessidades dos pecadores, Deus destinou Cristo como modelo que deve ser imitado, a fim de oferecermos a Deus serviço aceitável. Mas o que Isaías diz sobre Jesus como Servo? Vejamos:

1. Um Servo escolhido desde o nascimento (v. 1): O Servo possui um senso de vocação, em razão do Seu chamado feito por Deus.[2] Apesar de o texto chamar o Servo de “Israel” (v. 3), Ele se distingue do povo infiel.[3] De modo semelhante, somos chamados para uma vocação, que consiste em servir a Deus não porque a intuição nos conduziu a isso; ao contrário: somente servimos porque ouvimos Seu convite.  
2. Um Servo preparado para a missão (v. 2): O poder do Servo reside no efeito de Sua palavra. A comparação da pregação com a espada se repete no Novo Testamento em relação a Jesus (Ef 6:17; Hb. 4:12; Ap 1:16). [4] O Servo é apresentado como instrumento decisivo nas mãos divinas, além de gozar da proteção do Altíssimo. Se Jesus, o perfeito Filho de Deus, sujeitou-Se dessa forma à vontade do Pai, muito mais nós devemos abrir mão de ambições e opiniões humanas para que o Senhor faça de nós o que Lhe parecer melhor.
3. Um Servo que traria glória a Deus (v. 3): Enquanto o Israel literal falhara em sua missão abraâmica de ser uma bênção para as nações, o Servo faria exatamente isso: seria a “luz para os gentios” (v. 6), semeando a glória de Deus por toda parte.
 II. Jesus, o modelo de confiança (v. 4-5): Assim como os melhores laços humanos se desgastam em circunstâncias adversas, o relacionamento entre homem e Deus igualmente se enfraquece sob determinadas circunstâncias. Embora isso ocorra com frequência, não é algo inevitável. Se aprendermos com Jesus a confiar em Deus, podemos ser vitoriosos em todo o tempo. Ele é nosso modelo de confiança. Observe as considerações do profeta:

1. Jesus confiou quando o trabalho parecia em vão (v. 4a): Antecipando (ou mesmo inspirando) o magnífico texto de Filipenses 2:5-11, Jesus já é retratado por Isaías como Se despindo de Sua glória, ao passo que assume na Terra vida de labuta e controvérsias.[5] Saem os anjos do Seu lado, e entram os delinquentes juvenis de Nazaré. As ruas de ouro são trocadas pelo pó da Palestina. A adoração merecida dá lugar a insultos. A vida de Jesus foi dificultosa, em diversos aspectos.
Faz bem lembrar dessa verdade quando nos achamos tentados ou desanimados. Talvez nenhum outro hino contraste a insignificância de nossas queixas em comparação com aquilo que o Mestre sofreu como o faz A Senda do Calvário (HA 66). Ao cantar a sós essa melodia, quantas vezes me dei conta de que nenhum esforço meu ou aparente sacrifício poderia se igualar ao que Jesus teve de viver.
2. Jesus confiou quanto à sua recompensa (v. 4b): Apesar do sofrimento a que Se submeteu, o servo suspira aliviado: Ele está seguro de que mesmo enfrentando a rejeição, Deus lhe guiará ao sucesso.[6] Para nós, privilegiados por viver em um tempo no qual tantas promessas se acham cumpridas, torna-se até mais fácil olhar para o passado e confiar que Deus continuará no presente assegurando nosso futuro.
3. Jesus confiou quanto aos recursos para a missão (v. 5): quantos de nós se consideram sem talento ou incapazes? Se por um lado devemos ser humildes, não podemos desprezar os dons dados por Deus, ou rebaixar o chamado que nos fez. Para mim, sempre foi desafiante lidar com eventuais elogios após uma pregação ou palestra.
A princípio, tentava desconversar, dizendo que “a mensagem era apenas uma coisa simples” ou que eu não falara “tão bem assim”. Porém, há alguns anos, percebi que seria impróprio diminuir a mensagem transmitida. Tampouco, deveria me sentir constrangido diante de elogios. Se tudo provém de Deus, é a Ele que a glória deve ser levada. Desde então, se sou elogiado, respondo francamente: “Deus seja louvado”. A Palavra é dEle, não minha. E onde a Palavra é ensinada, coisas maravilhosas ocorrem. Se confiarmos em Deus, não nos sentiremos tentados a supervalorizar nossa contribuição em Sua obra ou mesmo nos achar ineptos. O próprio Senhor Jesus depositou Sua confiança (enquanto homem) em Deus e descansou nEle. Sua força agora provinha do alto. E o mesmo pode se tornar realidade com respeito a nós!
III. Jesus, o modelo de missão (v. 6-9): John Wesley tornou-se célebre, entre muitas coisas, pela afirmação de que sua “paróquia era o mundo”. A grande comissão (Mt 28:18-20) não é menos abrangente do que a frase do fundador do metodismo. Recentemente, a Igreja Adventista admitiu em um documento     que jamais conseguirá terminar sua missão, humanamente falando. Abandonamos o triunfalismo de outras eras para confessar que precisamos de reavivamento e reforma.[7] Quando olhamos para Jesus, encontramos o resultado glorioso de nosso envolvimento missionário.

1. Jesus é salvação para todos (v. 6): Conforme notamos anteriormente, Israel se fechou em seu casulo de santidade cerimonial, ignorando o dever de apresentar a metamorfose espiritual aos seus vizinhos pagãos. Agora o Servo messiânico restauraria não apenas o próprio Israel (em uma antecipação de Isaías do exílio que o povo sofreria cerca de dois séculos depois); Jesus viria ser “luz para os gentios”. Em nome dEle, cada um de Seus discípulos precisa anunciar a mensagem de esperança. Mesmo em um contexto pós-moderno,[8] as pessoas do século XXI precisam conhecer a Verdade que Ele representa, a única Verdade.
2. Jesus receberá o reconhecimento de todos (v. 7): Paulo nos informa que a rejeição do Messias por parte de Israel é que acarretou que o Evangelho fosse pregado até os confins da Terra.[9] E o mesmo apóstolo assevera que, um dia, “todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra” se dobrará e “toda língua” confessará que Jesus é o Senhor (Fl 2:10-11, NVI). Jesus será o vencedor no conflito. Decidindo permanecer ao Seu lado, já partilhamos desde agora dessa vitória nEle.

Jesus disse que Seus discípulos fariam uma obra maior do que a sua. Ele se referia ao alcance da obra deles, não limitados aos limites geográficos e ao escopo curto de Seu ministério. Em todo caso, seria a obra dEle através dos discípulos (cf.: Jo 15:5).
Se olharmos o modelo de obediência dado por Jesus, teremos uma base segura para servirmos a Deus. Embora nos seja impossível sermos exatamente como nosso Mestre, ao comungar com Ele, nos aproximaremos ainda que imperfeitamente de Seu caráter perfeito. Deus nos chama para servi-lo com inteireza de coração e propósitos.




[1] Os chamados cânticos do Servo se acham: Is 42: 1-7; 49:1-9; 50:4-11; 52:13-53:12.
[2] James E. Smith: The Major Prophets (Joplin, Mo.: College Press, 1992), edição eletrônica – comentário sobre Isaías 49:1-13.
[3] Luder G. Whitlock; R. C. Sproul; Bruce K. Waltke; Moisš Silva, The Reformation Study Bible: Bringing the Light of the Reformation to Scripture : New King James Version (Nashville: Thomas Nelson, 1995), edição eletrônica – comentário sobre Isaías 49:1.
[4] Earl D. Radmacher; Ronald Barclay Allen; H. Wayne House, Nelson's New Illustrated Bible Commentary (Nashville: Thomas Nelson Publishers, 1999), edição eletrônica – comentário sobre Isaías 49:2.
[5] David McKenna; Lloyd J. Ogilvie, The Preacher's Commentary Series, Volume 18 : Isaiah 40-66 (Nashville, Tennessee: Thomas Nelson Inc, 1994), p. 127.
[6]John MacArthur Jr., The MacArthur Study Bible (Nashville: Word Pub., 1997), edição eletrônica, comentário sobre Isaías 49:4.
[7] O documento foi votado no Concílio Anual da Associação Geral, em 11 de Outubro de 2010.
[8] Sofre os desafios do pós-modernismo à fé adventista, consultar Douglas Reis, Marcados pelo futuro: vivendo na expectativa do retorno do Senhor (Niteroi, RJ: ADOS, 2011). A Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia também preparou uma série especial de estudos bíblicos, voltada para universitários e pessoas de mente secularizada. Consultar: Michelson Borges (Ed.), O Resgate da Verdade (Brasília, DF: DSA, 2012).
[9] J. Vernon McGee, Thru the Bible Commentary (Nashville: Thomas Nelson, 1981) vol. 3, p. 303.