quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

TEMOS BUSCADO O SUFICIENTE?



“Reavivamento e reforma” soa como um programa ou uma necessidade vital para a igreja?

Nossa rotina diária reflete essa carência do Espírito Santo que alardeamos nos púlpitos?

Estamos preocupados em impactar o mundo por meio de recursos simplesmente ou enaltecendo a transformação operada pelo Espírito em nós?

Se queremos que Jesus volte, como dizemos, cantamos e pregamos, temos procurado mudar nossa conduta e comportamento?

Estamos preocupados com o Lar futuro, novos Céus e nova Terra, a ponto de seguir a dieta prescrita por Deus, conservando a mente lúcida para ouvir Sua voz?

Nossas orações são realmente orações, diálogos com o Deus gracioso e bondoso, ou apenas listas que despejamos sobre Ele?

Nossa dependência de Deus é diária, assim como o reconhecimento de nossa situação como pecadores em busca de salvação?

As coisas espirituais são nossos pontos cardeais, norteando as preocupações e pensamentos, ou apenas uma lista de coisas com as quais nos preocupamos aos sábados?

As Escrituras são lidas diariamente por nós, com interesse ávido de aprender a vontade divina ou preguiçosamente lidas, de forma mecânica e não transformadora?

A mídia ocupa quanto de nosso tempo e pensamentos?

Santificação é algo estranho para nós ou experimentamos crescimento espiritual, vencendo o pecado (embora sem deixar completamente de pecar, o que seria impossível)?

Conseguimos delinear o plano da salvação a partir da estrutura que Deus revelou, o santuário, ou isso é ainda um assunto nebuloso, distante, sem consequências práticas?

Quanto de nós realmente vibra, emociona-se, entusiasma-se ao compartilhar a mensagem de salvação e a promessa da breve volta de Jesus com outras pessoas?

Sonhamos com a vida no Lar dos remidos ou com as emoções do próximo capítulo de nossa série favorita?


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